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Prive Contos Eróticos – O Pedreiro Comeu Meu Cu Com Merda E Tudo!

 

Essa é a primeira vez que escrevo um texto falando sobre alguma experiência sexual minha. Normalmente apenas leio os contos dos outros. Mas dessa vez tive que escrever por que desde a semana passada, quando aconteceu o fato que vou narrar agora, sinto a necessidade de compartilhar essa história com alguém.

Como é meu primeiro conto, vou me apresentar antes 😀 Meu pseudônimo é Caio, tenho 19 anos e moro em Fortaleza-CE. Sou um gay bem discreto e sério, porém bem esclarecido. Sou universitário e adoro o que todo adolescente adora; amigos, festas, cinema, música… essas coisas. Meu biotipo é aquele protótipo de urso xD Sou um pouco gordinho, mas minha gordura é muito bem distribuída, tenho pernas grossas e uma bunda bem grande… sempre fui assim. Como todo urso eu tenho pêlos na barriga, nas pernas e na bunda. Ah! Normalmente sou passivo, mas acho que sexo tem que ser espontâneo, então, quando me dá vontade de comer eu como! 😛
Bem, chega de falar de mim!

A história toda começou por causa de uma maldita reforma que vem acontecendo na minha casa. Meu pai passa o dia trabalhando e minha mãe foge pra casa da minha avó, me deixando sozinho em casa, responsável por observar o trabalho dos pedreiros que eles contrataram ¬¬
Na última sexta-feira, mais especificamente no dia 2 de Agosto de 2013, surgiu um pedreiro novo aqui na obra. Um cara que me deu até certo medo à primeira vista: Alto, corpo largo, cara de mau, pardo, usando boné e com algumas tatuagens no braço, e um cavanhaque muito do safado, devia ter uns 30 anos e usava aliança. Nem cheguei a perguntar de onde diabos ele tinha aparecido, imaginei que ele tivesse sido chamado por algum dos outros pedreiros para auxiliar na obra.
Meu lance com ele não demorou muito a acontecer. Começou quando eu fui no quintal lavar a mão e vi um movimento estranho por trás de uma lona que os pedreiros haviam colocado lá. Não sabia o que era, mas tive a impressão de que alguém estivesse lá abaixado. Sem pensar muito eu fui lá ver o que estava acontecendo, por que tinha um homem abaixado se escondendo atrás da lona, quando de repente o pedreiro novato com cara de criminoso se levanta puxando a bermuda pra cima. Tomei um susto e nem olhei pra cara dele, saí de fininho, morto de constrangido, imaginando que ele tinha ido lá trocar de roupa e eu havia sido inconveniente.
Depois disso evitei olhar pra ele.
No dia seguinte, sábado, fui avisado de que só um dos pedreiros viriam por que não era necessário mais do que isso pra terminar o serviço que estava sendo feito nas paredes. Fiquei esperando esse pedreiro pela manhã e, claro, veio justamente o pedreiro mal encarado. Fiquei meio sem jeito no início, mas como não havia nada a se fazer, tive que bater papo com ele, mandar ele entrar, perguntar coisas sobre a obra e etc…
No decorrer do dia a gente acabou conseguindo estabelecer um diálogo interessante e acabei tirando um pouco aquela ideia de marginal que eu havia feito dele na minha cabeça.
Por volta das 15h me veio do nada uma vontade desgraçada de cagar… fiquei agoniado por que como o banheiro também estava em obras, a porta ainda não trancava, e como eu tinha que estar o tempo todo me comunicando com o pedreiro que ficava caminhando pra lá e pra cá, eu sabia que ele ia acabar ouvindo o barulho da minha caganeira, o que era muito constrangedor.
Fiquei segurando… enrolando.. tentando me distrair, até que não aguentei mais, esperei ele não estar por perto e entrei no banheiro. Mal arriei as calças a merda saiu com tanta força que me deu raiva! Tanto que eu quis não fazer barulho… acabei fazendo o barulho mais constrangedor de todos. Pior que nem era diarreia mesmo, era algo que ficava entre uma diarreia e um cocô normal… e fedia pra caralho!
Não demorou muito até eu ouvir os passos dele passando por perto do banheiro enquanto eu contraía o esfíncter tentando liberar aos poucos na esperança de não fazer barulho. Até que em um momento de descuido foi outro barulho constrangedor de merda saindo com peido! Eu imediatamente falei “Merda!!! Foi mal aí! Foi sem querer!” e ele começou a sorrir alto! Eu não sabia aonde enterrar minha cara de vergonha… a vontade que eu tinha era de nunca mais sair daquele banheiro.
Eu já tava começando a me acostumar com a ideia de sair dali e olhar pra cara dele com aquele ar de “Que é? Você também não caga?”, quando ele diz “Hey, eu vou ter que fazer um serviço aí!”.
Eu abri meus olhos tanto quanto meu cu se fechou! Assustado, sem entender. Aí eu falei “Mas cara… eu to cagando!”. Ele disse “Eu sei que tu ta cagando man! Mas se eu não terminar aí o cimento vai ficar duro!”, então eu disse “Sim.. o que tu quer que eu faça? Por que tu não avisou isso antes?”.
Alguns segundos depois ele falou “Man, fica aí cagando que eu não olho, quero só terminar o serviço.”, eu fiz cara de susto e disse “Ta louco cara! Claro que não! E a catinga?! Não! Deixa quieto isso!”, “Sim man, que tem a catinga? Pior é o cimento endurecer e eu ter que preparar outro! Esse é o último saco!”.
Eu fiquei meio que sem saber o que fazer… minha vontade era de me limpar e sair logo do banheiro, mas depois de tanto constrangimento não fazia mais nem diferença. Até que pensei “Quer saber, que se foda!”.. aí disse “Pois entra!”.
Ele abriu a porta e entrou e sem olhar pra minha cara passou direto pro outro canto do banheiro. Galera, se vocês nunca passaram por isso, não imaginam o quão esquisito você se sente estando nu, cagando, enquanto um pedreiro tatuado com cara de traficante trabalha no outro canto do banheiro.
Passou-se alguns minutos de silencio absoluto, o único barulho era o do cimento sendo amassado. Eu já estava ha vários minutos apertando meu esfíncter com toda força; mas eu já estava começando a passar mal e a merda querendo sair começava a doer. Na agonia eu pensei “quer saber… ele que quis entrar!” e sem pensar muito soltei mais uma daquelas jorradas barulhentas de quem comeu algo estragado! Ele imediatamente parou de mexer no cimento e começou a gargalhar sem parar! Eu já devia estar da cor de um tomate de tanta vergonha.
Até que falei “Tu fica é sorrindo né? Se um dia tu passar por isso vai ver como é ruim!”, então ele disse ainda controlando o sorriso, “relaxa man! Todo mundo faz isso!”.
Depois que ele falou isso eu decidi relaxar de verdade até estar cagando como se ele não estivesse lá. Eu já tava perto de terminar quando ele falou sorrindo “Rapaz… o negócio aí deve tá é ardendo!”… eu sorri e disse “É! Fica zoando aí!”.
Então ele disse “É a primeira vez que tu caga na frente de um cara?” e eu falei “Lógico! Hehe! E tu, é a primeira vez que tu vê um garoto cagando?” até que ele disse “Não.”! Nesse momento senti uma pontada lá na cabeça do meu pau e aquela sensação de que as coisas tavam começando a ficar mais interessantes. Aí pensei “taquipariu! Se eu ficar de pau duro agora não tenho nem como esconder!”.
Nunca na vida imaginei que uma situação como aquela poderia se tornar excitante pra mim! Ainda mais com aquele cheiro que pairava no ar. Mas acho que veio a mente o quanto eu detesto fazer chuca antes de dar o cu, e o quanto eu acho chato aquela preocupação em saber se vai sujar, se não vai sujar! Vi um cara machão dizer demonstrar o quanto ele não se importa com o cheiro de merda e imaginei que se eu desse pra ele não precisaria me preocupar com porra de chuca!
A essa altura meu pau já tava duro e eu já tentava desesperado enfiar ele pra dentro da privada na tentativa de esconder! Por azar (ou sorte :P) ele se virou justamente nesse momento e disse com uma prontidão que me fez imaginar se ele já não havia arquitetado toda aquela situação; “Ta de pau duro moleque?”. Eu simplesmente olhei pra ele com cara de quem fez coisa errada e não respondi, sentindo uma vergonha medonha que se misturava à um tesão do caralho!
Ele se levantou e nesse momento não teve como eu não ver a porra do volume que ele tinha na bermuda! Nessa hora eu parei de vez de me preocupar com meu pau duro e fiquei observando encantado aquela mala enorme fazendo volume naquela bermuda barata!
Isso foi tudo o que precisou pra ele abrir o velcro da bermuda e colocar pra fora aquele pau de cavalo! Puta que pariu! Pau bonito da porra! Cheio de veias enormes que pareciam que iam se romper, do jeito que eu gosto! Devia ter uns 19 ou 20cm, não sou muito bom com medidas… só sei que era grande, grosso e escuro!
Minha boca encheu d’água nesse momento e olhei pra ele com uma cara de quem diz “posso?”! ele tava olhando pra mim com uma cara de safado e com a língua pra fora! Nem precisei me mexer.. ele mesmo levou o pau dele até minha boca.
Chupei aquele cacete com muita vontade! Engolindo o máximo que conseguia, enquanto ele ficava forçando o pau dele pra dentro, as vezes eu me engasgava e sentia ânsia de vômito e mesmo vendo as lágrimas escorrendo dos meus olhos ele continuava socando na minha garganta! Enquanto chupava o pau dele, sentindo aqueles pentelhos escuros no meu rosto e vendo aquele macho tatuado e suado gemendo de olhos fechados, eu só conseguia pensar que eu estava chupando o pedreiro que meu pai havia contratado! Chupando ele no banheiro, sentado no vaso sanitário enquanto descia o barro! Cara meu pau já tava tão duro e melado que eu tava até com medo de tocar nele e gozar de uma vez!
Fiquei alguns minutos chupando ele, enquanto ele alisava meu cabelo e soltava uns gemidos quase inaudíveis. Até que, sem rodeios ele disse “Se vira que eu quero comer teu cu!”! tomei outro susto nesse momento e senti outra pontada de tesão na cabeça do meu pau. Caralho, ele tava vendo que eu tava cagando, como ele poderia dizer isso?
Eu fiquei olhando pra ele com cara de confuso e ele disse “Quer que eu te coma man?”, eu disse “Cara, meu cu tá cheio de merda!” e ele falou “E daí? Cu tem merda mesmo!”
Eu não ia me negar né! xD Nunca havia praticado nenhum desses fetiches inconvencionais, a coisa mais vidaloka que já fiz foi fuder na praça! Agora fuder com fezes.. aí já era outro nível! Mas eu já estava lá, de pau duro! Chupando o pau daquele macho enorme, o kra queria comer meu cu cagado… que comesse então! me poupava o trabalho de fazer chuca e o mal cheiro ao menos seria meu!
Me levantei e me ajoelhei de frente para a privada, com minha bunda grande e peluda arrebitada pra ele! Nem imagino como tava a situação do meu cu com toda aquela merda! Por alguns segundos até imaginei que ele fosse desistir ao olhar, mas quando vi ele descendo a bermuda e a cueca entendi que ele não dava a mínima.
O cara se abaixou até deixar o pau na altura do meu cu, segurou firme na minha cintura gordinha com aquelas mãos ásperas e sujas de cimento e posicionou a cabeça do pau dele na entradinha do meu rego. Na hora já senti o pau dele sujo com minha merda, o que de certa forma ajudou a deslizar enquanto ele enfiava lentamente cada centímetro daquele pau no meu rabo! Caralho que delícia que foi aquilo! O ardor e o calor que eu senti no meu rabo fizeram a baba escorrer do meu pau. Nessa hora eu já tava batendo uma de leve!
Ele tirou o pau dele totalmente do meu cu e disse “Tu sujou meu pau todo de merda seu safado!”.. então eu disse “Eu te avisei não foi?”, então ele enfiou o pau dele todo de uma vez que não consegui segurar o gemido! Depois disso foi uma surra de vara tão cruel que eu levei nesse meu cu que até agora eu lembro perfeitamente a sensação!
O cara comia que nem um animal! Rápido e com força! Sem pena nenhuma do meu rabo! Do jeito que eu gosto de ser fudido!
As vezes ele dava uns tapas na minha bunda e dizia “Ta gostando né cagão? De levar minha vara!” e eu não falava nada, só sentindo aquilo, vivendo aquele momento! As vezes ele tirava o pau dele pra fora e enfiava inteiro de uma só vez! A dor era tão gostosa que mesmo eu, que não sou muito de fazer barulho, não conseguia segurar uns gemidos que escapavam!
Enquanto isso o fedor de merda subindo! Fiquei lá olhando pra minha merda dentro do vaso sanitário enquanto ele bombava com tudo no meu cu! Nunca na vida imaginei passar por isso! Agora nem sei como vai ser… é provável que sujar o pau dos outros seja um fetiche que vai me acompanhar pro resto da vida agora!
Em um momento ele virou o boné pra trás, segurou forte meus braços com aqueles braços enormes dele de trabalhador braçal, e apoiou parte do peso dele sobre mim!
Uma das coisas que mais me excita na vida é sentir a barriga de um cara nas minhas costas! O tesão foi era tão grande que nem me liguei pra dor, pro fedor, pra camisinha… nada.. só queria era ser fudido daquele jeito… no chão de um banheiro em obras, com um cara que gostava do cu ao natural, sem toda aquela limpeza artificial da chuca!
Nem sei quanto tempo se passou, perdi completamente a noção do tempo! Vi que estava perto de acabar quando ele disse “posso gozar no teu rabinho gostoso?”! Tenho que admitir que bateu a dúvida nesse momento! Nunca dei sem camisinha na vida! Mas eu não queria perder nada daquele momento e afinal eu tava sujando o pau dele todo de merda, o mínimo que eu podia fazer era deixar ele gozar em mim.
Eu sei que foi arriscado, mas na hora do tesão não consegui me importar e disse “Cara… goza essa porra toda no meu cu!” Foi só o que ele precisava ouvir pra enfiar o pau dele com muito mais força… os gemidos ficando mais intensos… e conseguia sentir o pau dele pulsando dentro de mim nos momentos em que ele parava os movimentos de vai e vem e estancava o membro o mais dentro que ele conseguia!
Até que eu senti os jatos quentes de porra dentro de mim! Uma, duas, três vezes! O cara gozava demais! Nessa hora meu pau também ja tava espalhando porra pelo chão inteiro! Me senti entorpecido de tanto tesão! Era quase um nirvana!
Depois que parou de gozar o cara ficou parado, ainda com o pau dentro de mim, respirando profundamente e ainda segurando firme a minha cintura com uma mão enquanto apertava minha bunda com a outra!
Demorou alguns minutos até que ele disse “Vamo tomar um banho? Limpar essa merda?”.. e eu disse “Vamos!”
Nos levantamos, saí do banheiro pra ir pegar a toalha me sentindo com o cu todo ardido e a bunda deslizando uma na outra! tomamos um banho tranquilo! Sem sacanagem, falando apenas coisas banais, até mesmo coisas sobre a obra.
Depois fui trocar de roupa enquanto ele vestiu a mesma roupa suja de cimento e foi terminar o serviço no banheiro.
Me isolei no quarto pelo resto do dia, sem conseguir pensar em mais nada além do que tinha acontecido! Quase que sem acreditar!
Antes do anoitecer ele se despediu de mim dizendo apenas “Falou man! Valeu aí!” e foi embora com aquele andar vacilante de marginal, virando o boné para frente!
Eu ainda agora lembro de tudo como se estivesse vivendo isso e com certeza ainda vou demorar muito pra esquecer. O me fudeu bacana de um jeito que eu nunca tinha sido fudido, e me mostrou que cu serve pra levar vara, mas também serve pra cagar e que um cara que gosta de brincar com um cu tem que ter a consciência de que o cu não é limpo! Aliás, nem o cu, nem o pau, nem a buçeta… nem se quer a boca, quem quer fazer sexo tem que parar de se iludir com limpeza! Sexo é, por natureza, sujo!
Depois desse dia nunca mais o vi, na verdade nem sei o nome dele! Não preciso, não quero conhecê-lo melhor! Prefiro lembrar dele daquele jeito, sorrindo da minha caganeira, virando o boné pra trás, pondo a língua pra fora e me fudendo sem dó e sem nojo! Essa é uma lembrança que eu quero manter intacta e que eu tinha que compartilhar com alguém enquanto ainda estava fresca na minha mente!
Quem sabe, com esse texto, não acabo conhecendo outra pessoa que curte fazer o que aquele pedreiro fez! Agora que já experimentei esse fetiche, quero me acostumar com ele ^^
Se você tem interesse em me conhecer é só me add que a gente conversa por skype.
Meu e-mail é: taradoinverso@hotmail.com
Comentem, digam o que acharam dessa minha experiência, quem sabe minha próxima história não é com você! 😛
Abraços!

Autor: Caio

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