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Prive Contos Eróticos – Sarado no Carnaval do Rio – FINAL

Bem, já que o Carnaval está chegando e novas putarias estão em vista, é bom eu logo terminar o que aprontei no ano passado.


Pra quem não leu o meu outro conto, sou o tipo saradão, rato de academia. Treino muito mesmo há seis anos e antes disso, sempre pratiquei esportes, era do time de vôlei. Agora estou só na malhação e meu peso varia entre 89 e 92 kg. 



O que mais chama atenção é a bunda redondona, carnuda e empinada. Não tem jeito, o pessoal olha mesmo: ela é grande, dura e naturalmente lisa. Desde pequeno, sempre fui rabudo, mas malho legal o corpo todo, pra ficar bem proporcional. Porém dou uma atenção especial pro rabão e fico louco quando percebo que os caras estão super a fim de me pegar.


Então, eu estava no Rio, pronto para entrar na balada de sacanagem chamada Elite. Estava vestido de putão menininha gostosa, com camisetinha branca, tapa sexo fio dental branco todo socado no regão liso laceado (de tanto dar o cu) e mini saia vermelha bem curta que deixava praticamente metade da bunda aparecendo. Tava bem ordinário e exibidão pra encarar a famosa putaria entre machos no Carnaval que rola lá dentro.


Como a minha bunda é toda lisa e já estava melada pelos caras que me cataram lá fora, mais algumas biritas na cabeça, estava muito safado, bem devasso pra satisfazer a galera e entrar na festa de foda.
O lugar tem uma estrutura simples, todo de madeira, com uma banda típica de Carnaval tocando marchinhas antigas. O salão estava meio escuro e tem algumas sacadas pra tentar amenizar o forte calor que fazia.
Estava bem cheio e o clima era de azaração sem frecura, diferente dos lugares de São Paulo: o pessoal dançava, alguns de sunga, outros de bermuda e poucos, como eu e meus amigos, vestidos de mulher pra zuação.
De cara um moreno safado baixinho passou a mão na minha bunda e falou:
_ Que coisa gostosa hein …
Eu nem respondi, mas já senti que ia rolar muita sacanagem mesmo, pela cara de pau do safado.
Meus amigos foram até o bar pegar cervejas, enquanto eu andava pelo Elite, sentindo já algumas mãos no meu rabo, mas eram toques de leve, geralmente logo disfarçados. Coisa que eu já estou acostumado.
Haviam me dito que no andar superior tinha uma suruba sem limites, que era só subir e sentir a foda rolando solta. Então, fui até as escadas, e notei aquele cheiro de sexo, uma mistura de porra e suor, do jeito que o diabo gosta.
O pessoal se amassava, batiam punheta, uns abaixados e chupando. Mais para os cantos, safados davam e comiam o cu de outros numa boa, sem cerimônia alguma. Era um tesão só, gente ! Ao som das músicas de carnaval que rolavam embaixo, à meia luz e sexo à vontade… Coisa de louco.
Enquanto eu andava, sentia tanta mão no meu rabo e alguns dedavam meu cu melado e ficavam na fissura. Fui para um canto do lado direito e tirei aquela sainha de piranha, ficando só de tapa sexo mesmo. Tinha uns caras com a sunga toda abaixada, outros tiravam tudo, então mandei ver: fiquei só de tapa sexo fio dental, com a bunda daqueles jeito, bem gomada, musculosa e engolindo todo o fiozinho de lycra. Na frente, cobria todo o meu pau. Tirei a camiseta e estava bem solto, só de fio dental e tênis.
Uns caras falavam putaria pra mim, que eu “tava de brincadeira”, que “meu rabo era show”, que eu “tava ali pra provocar com a bunda gostosa de fora” … e coisas desse tipo, bem cachorro pra macho. Porém, eu primeiro queria sentir melhor a situação, andar assim, bem viado oferecido, deixar pegarem no meu rabo, me alisarem e sentirem minha bunda melada, meio grudenta, por causa da porra dos safados que me comeram lá fora.
Andando um pouco nessa suruba louca, percebi que ainda havia um quarto escuro, totalmente apagado. Era um banheiro sem luz, adaptado pra dark room (quem já esteve no Elite, sabe do que estou falando). Lá dentro, só se ouvia o pessoal comendo e dando, era muita mão e pica na escuridão total. Só de entrar, já veio um caralho querendo encostar no meu rego, mas eu saí e continuei ali no andar da putaria.
Me debrucei no mesanino e senti um pau duro no meu rabo. Ao olhar pra trás, vi que era um garoto novo, por volta de 18 anos, magro, meio franzino, mas com cara de tarado e olhando na seca pra minha bunda. 
Falei pra ele:
_ Faz o que você quiser, garoto.
Ele respondeu pegando no pau:
_Humm, saradão e putinha ao mesmo tempo … Que delícia !
Ele, meio louco, como se não tivesse acreditando, tirou o fio dental do meu rego e meteu o pau na boa, até o talo. A pica deslizava toda e o garoto delirava, metia que nem cachorro com tesão e falava que meu cu era delicioso e estava melado.
Eu dava uma empinada e ele dizia que logo iria gozar. Em volta já havia dois caras se masturbando e outros querendo chegar junto. Comecei a bater punheta pros dois, mas falei que não era pra gozarem, pois queria levar a rola de cada um, depois do garoto comedor. 
Ao dizer isto, um deles pirou de tesão e gozou ali mesmo, na minha mão. Falou que eu era um puto rabudo e que não tinha aguentado. O magrinho que me comia também mandou dois jatos de porra no meu cu. Pude sentir legal o buraco ser enchido de leite, porque ele gozou muito em duas leitadas.
Peguei o pau que estava punhetando e apontei pra trás de mim, levando a segunda pica direto. Desta vez, era um negão com cara de malandro, que disse que ia me currar ali dentro e depois me oferecer pros outros, porque era isso que eu merecia.
Aí ele tocou meu ponto forte: ser usado por macho safado que me come e me distribui pro pessoal. Senti meu pau latejando enquanto o negão bombava forte e inclinou meu corpo pra frente. Formou uma rodinha e ele ia falando pros caras que eu era um rabudo gostoso, que ele ia me oferecer depois de gozar no meu cu liso.
Daí a galera se animou perto de mim, eu aproveitei e abri a boca perto de um pau, pra mamar gostoso. O cara logo entendeu e enfiou o cacete na minha boca. Putz, que tesão ! O negão me comendo ali no Carnaval e eu chupando um pau desconhecido ao mesmo tempo em que o pessoal se agrupava pra me usar ! Aquilo tava muito bom… 
Só parei um pouco pra tirar o fio dental e segurar na mão, ficando só de tênis, bem exibidão devasso enquanto levava vara.
O negão parou de me comer e falou pro cara que estava do lado dele meter, pra ver como meu cu era guloso. Então, senti outro pau me arrombando. Esse metia mais devagar e parece que aproveitava cada centímetro da minha lomba, alisando e abrindo as bandas pro pau entrar todo no meu cu. Sentia o saco dele roçando as polpas do meu rabo.
O negão continuava a comentar que iria ter mais, que era só chegar e meter, que eu deixava. Com isso, eu ficava ainda mais louco de tesão pra dar o rabo ali naquela putaria gostosa.
Vinha outro pau na minha boca e senti aquele empurra-empurra perto de mim, mas o negão logo organizava e dizia que pra ter calma que eu dava pra todo mundo. Alguns riam, outros se punhetavam ainda com mais vontade.
Aquela cheiro de sexo com suor, aqueles machos safados louco pra meter na minha bunda, aquela punhetada gostosa com direito a pica na minha boca era uma delícia.
Um dos meus amigos estava próximo, observando e fazia sinal pra mim, como se estivesse me apoiando pra distribuir o cu pro pessoal carioca.
A esta altura, eu já tinha perdido a conta de quantos revezavam me comendo. O negão já tinha gozado no meu rego mas continuava ali, como se fosse meu dono. Então, ele perguntou se eu não queria descer pra beber alguma coisa. Eu aceitei.
Gosto de fazer um intervalo na putaria, pra segurar o gozo e depois continuar. Além disso, lá fazia muito calor e precisava de água mesmo.
Descemos para o bar e meus amigos disseram que tinham me visto liberando pra galera, que estava na cara que eu queria isso mesmo.
O Julio, que tentou me comer antes de chegarmos lá conversava comigo e naturalmente me dedava. Ficou taradão quando sentiu meu cu laceado cheio de porra. Falou que agora eu tava no ponto pra ele meter sem dó.
Eu me fiz de piranhudo e disse que dava pra ele só com uma condição: se ele arranjasse outro brother pra meter também.
Daí o tesão dele aumentou. Ele me chamou de putão safado e falou que isso não era problema:
_Com essa lomba gozada aparecendo, todo mundo aqui vai querer te fuder, seu rabudo do caralho!
Logo falou pra eu ir atrás dele e subiu em direção ao mezanino da suruba. Só que ao invés de ir pro canto que eu estava antes, dando pro pessoal ele me pegou e fomos para a entrada do dark room.
Foi aí que rolou a maior putaria da minha vida. Ele ficou me beijando na entrada do dark room, ao mesmo tempo em que minha bunda ficava exposta na entrada. Na posição que a gente estava, quem entrasse, teria que se esfregar em mim. O safado do Julio disse que eu ia ser o pedágio da galera: oferecia meu rabo na cara dura pra quem quisesse entrar no dark !
Eu falei que aí era já era muito … mas ele disse que eu merecei isso mesmo: muito pau no cu.
Então, ele me abraçava com uma mão e segurava minha roupa com a outra. Tirei o fio dental e fiquei novamente só de tênis, com a bunda exposta pra quem fosse entrar ali naquela escuridão de prazer.
O pessoal metia sem falar nada, alguns só bicavam no meu cu guloso, outros ficavam metendo sem parar, como se não tivessem acreditando, tinha aqueles que enfiavam o dedo pra sentir meu rego melado de porra.
Eu sentia o leite escorrendo pelas minhas pernas. Meu cu estava muito gozado. Era só bicar que qualquer caralho logo entrava.
De vez em quando o Julio dava umas estocadas fortes pra sentir o buraco laceado e deixar pronto pros taradões ali.
No meu ouvido, uma voz de repente me disse que eu era o rabudo safado mais gostoso e puto que ele tinha conhecido. Eu percebi que era o negão que tinha me rifado antes. 
O Julio bloqueou a entrada do dark e me pôs pra chupar o pau dele enquanto o negão me fodia de novo sem dó.
Senti que alguns gozavam perto de mim e não aguentei. Como já tinha segurado muito, foi demais: gozei ali, sem encostar no pau, chupando a rola do meu amigo Julio e dando pra negão comedor. Que delícia !
Minhas pernas até tremiam de tesão na hora do meu gozo. O Julio percebeu e disse que também ia gozar na minha garganta. Eu, mesmo cansado, tomei tudo. Só que tive que tirar o cacete do negão do meu rabo. Não dava mais, gente.
Ele ficou puto e disse que iria me catar de novo, nem que fosse outro dia. O Julio fez sinal pra gente descer. Eu encostei perto da varanda e ele pegou água pra mim. 
Tinha sido fudido por muita gente, meu rabo estava até ardendo de tanto levar pica, minha bunda e pernas estavam meladas de porra. Suadão e cansado, quis sair dali, exausto. O Julio, que geralmente não fica muito tempo nos lugares, disse que também iria embora. 
Me vesti com o resto da roupa de periguete e demos tchau pro Fernando pra pegarmos um táxi. A exaustão por ter sido bem devasso não cobria minha felicidade em experimentar o melhor Carnaval da minha vida. Espero um dia voltar lá, nem que seja pra fazer o negão safado gozar dentro de mim.

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