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Prive Contos Eróticos – Um Tesão de Pedreiro

Todos os dias, ao ir para o trabalho, passo de carro por uma rua da zona sul de São Paulo onde estavam construindo um conjunto residencial de prédios próximo a uma esquina com um daqueles semáforos que demoram uma eternidade para se abrir.
No começo de dezembro de 2010, em um daqueles dias de calor sufocante e ainda às 6h45 da manhã, minha atenção se voltou para alguns operários da construção desses prédios.

Eram três operários aparentando idades entre 22 e 25 anos no máximo e vinham caminhando pela rua um pouco antes do semáforo. Dois deles trajavam seus uniformes completos: botinas pretas, calças cinzas e camisetas básicas de gola careca em cor laranja e símbolo branco da construtora estampados no lado esquerdo do peitoral. O terceiro estava descamisado e permitindo que seu belo corpo escultural ficasse exposto.

Era um corpo muito bem definido e torneado pela força bruta do trabalho diário.

Estava com calça ligeiramente larga e bem abaixo do umbigo mostrando as magníficas silhuetas no formato de “V” contornando uma barriga sarada que se completava ao abdome de gomos e rachado ao meio. Saía da virilha pelos pretos, lisos, brilhantes e muito bem distribuídos se espalhando um pouco a volta do umbigo e continuavam subindo, numa faixa estreita e simétrica por entre a barriga malhada, finalizando junto ao peitoral coberto por uma leve e sexy camada daqueles mesmos pelos lisos e brilhantes.


De pele morena clara, magro de cabelos negros e lisos, perfeita musculatura com tudo muito bem definido e veias ressaltadas nos antebraços, aparentava ter uns 25 anos com 1,80m de altura e uns 75kg muito bem distribuídos. Seu rosto trazia traços finos em relação aos lábios, nariz, olhos e sobrancelhas, ao mesmo tempo que demonstrava um aspecto bruto de homem protetor em suas características nordestinas. Um daqueles gatos com corpo de moleque atleta e cara de homem que nos arrancam suspiros de tesão.
Os colegas: Um mais baixo com cerca de 1,70m de altura, pele morena mais escura e de cabeça raspada. O outro da mesma altura que o descamisado, de pele branquinha e olhos esverdeados, cabelos castanhos enroladinhos com penteado no estilo Neymar. Ambos com traços nordestinos e aparentando uns 22 anos de idade e, também, com peitorais, ombros e bíceps definidos que se percebiam nos realces de suas camisetas. Com certeza, também corpos esculpidos pelo trabalho braçal do dia-a-dia. Tinham aparências agradáveis e valiam ser medidos de cima a baixo, mas ficaram ofuscados pelo descamisado.

O descamisado parecia dominar a conversa com os colegas, falando alto, gesticulando com a mão que segurava a camiseta e deslizando a outra mão pelos lindos peitorais e barriga sarados. Por estar sem camisa, pelo seu jeito de andar e de falar, além da forma como gesticulava olhando para os carros parados no semáforo, logo imaginei tratar-se de alguém que conhecia seu potencial sexy e gostava de se exibir. Eu já estava de pau duro olhando para aquele corpo delicioso e seu jeitão vulgar me provocava arrepios de um tesão muito mais intenso.
Aquele descamisado, pedreiro gato do tipo Deus Grego, me remeteu imediatamente a fantasias sexuais e desejei que o semáforo não mais de abrisse para poder ficar olhando aquele macho de corpo perfeito. Contudo, o semáforo certamente revoltoso contra mim se abriu rapidamente me obrigando a continuar o trajeto para o trabalho. Durante o percurso fantasiei deliciosas fodas e sacanagens com aquele Ser delicioso e ao chegar no trabalho tratei de me ocupar com tarefas do dia-a-dia para que meus pensamentos se desfocassem do gato. De noite em casa, voltei a pensar naquele macho delicioso e soquei duas punhetas.
No dia seguinte fiquei curioso e torci para encontrar o macho colírio novamente e me dei bem. No mesmo horário e local o avistei passando com os colegas, dessa vez com um grupo grande de operários. Diminui a velocidade do carro para garantir que ficaria preso no semáforo e poder apreciar aquele macho maravilhoso e delirar em pensamentos de muitas sacanagens. Novamente ele era o único descamisado, sendo fácil localiza-lo no meio dos outros. Falando bastante, rindo, gesticulando e deslizando sua mão naquele magnífico corpo, confirmava meus pensamentos de que ele conhecia seu potencial sexy e curtia muito se exibir de uma forma que a meu ver era bem vulgar, mas que me deixava cheio de tesão e desejando muito ser dele.
O semáforo que sempre fora demorado evidenciou-se revolto contra mim se abrindo num piscar de olhos para me impedir de curtir aquele delicia e segui em frente após duas buzinadinhas do carro de trás. Ao chegar no trampo fui direto para o banheiro socar uma punha, até porque meu pau estava duro feito rocha e precisava aliviar aquele volume nas calças.
Assim se passou uma semana. Avistava o gato, chegava ao trampo e socava uma punha gostosa. À noite meus pensamentos eram todos dele, fantasiando fodas gostosas e pensando desesperadamente numa forma de chegar junto para um papo. Estava alucinado e socando três punhas por dia. Já saí com vários gatos, mas nunca um macho havia mexido tanto comigo, me causando fixação e trazendo tanta inquietude.
Conforme programação na empresa, saí em férias na semana seguinte. Faltavam duas semanas para o natal e resolvi atrasar minha viagem para a casa de meus pais no interior de São Paulo. Planejei ir na segunda-feira na frente da construção, estacionar o carro e observar melhor o pedreiro gato, onde tentaria um papo para sentir o que ele curtia.
Às 6h30 da manhã, em mais um daqueles dias quentes, estava lá do outro lado da rua da construção. Encostei-me num muro e fiquei esperando o gato passar pensando numa forma de abordar o tesudo e convidá-lo para um chope no fim do expediente, mas nenhuma boa ideia veio à minha cabeça.
Observei que ele saiu de uma casa a poucos metros depois do semáforo, também vários outros operários saíram de lá e percebi tratar-se de um imóvel alugado pela construtora para servir de alojamento. Novamente aquela maravilha vinha em direção à construção, sem camisa e deslizando a palma da mão naquele peitoral fabuloso. Meu coração acelerou e fiquei paralisado, apenas observando ele passar e vestir sua camiseta na frente da construção antes de entrar na obra. Não consegui reagir ou fazer qualquer coisa. “Que merda! Que merda!” reclamava de mim mesmo.
Desejava muito aquele macho que não descolava mais de meus pensamentos me fazendo delirar em fantasias incessantes. Eu estava como que enfeitiçado e em casa socava várias punhetas imaginando fodas incríveis.
Na terça-feira fui novamente lá e fiquei do lado da rua pela qual ele passava, encostei-me num muro entre o alojamento e a construção e quando ele passou, se exibindo como sempre e deslizando sua mão por aquele corpo magnífico, olhou para mim e não disfarcei meu interesse por ele. Propositalmente procurei dar bandeira mordiscando os lábios, dando um suspiro de tesão e fixando meu olhar em seu corpo. Eu estava fascinado por aquele macho, torci para que ele percebesse meu explícito interesse e quem sabe viesse falar comigo, mas não consegui nada. Ele passou, vestiu a camiseta e entrou na obra sem que nada acontecesse.
Passei mais um dia alucinado por aquele pedreiro tesudo. Pensando nele, naveguei pela internet para assistir filmes de sexo explicito e socar punhas deliciosas, mas totalmente vazias pela falta de contato físico. Tentei aliviar o tesão indo para a academia olhar os garotos sarados mas nem consegui focar nos moleques e apenas fiquei na esteira pensando no pedreiro tesudo. Passei a tarde tentando marcar de sair à noite com algum gato e me dei mal, meus amigos de foda estavam cheios de compromissos com provas nas faculdades ou festinhas de confraternizações em seus trabalhos, me restando apenas mais socadas de punhas vazias.
Quarta-feira estava eu lá de novo e decidido a levar um papo com ele, sem saber como ainda. Dessa vez meus pensamentos se dividiram entre minha vontade em tê-lo e certo medo de estar me metendo em alguma encrenca caso o cara fosse machão e disposto a brigar com algum viado folgado. Entre um arrepio e outro, de tesão e medo, decidi encarar a situação e planejei chamá-lo para fazer um convite de sairmos à tarde, mas também me preparando para caso levasse um “Cai fora, viado, que não curto homens” e acreditando que se isso acontecesse meu tesão iria esfriar e conseguiria partir pra outra.
Vi quando ele saiu do alojamento, novamente sem camisa e rodeado por colegas. Meu coração acelerou e minha respiração ficou ofegante. Suspirei fundo, tesão e calafrios se misturaram nas sensações de meu corpo. Fiquei olhando ele se aproximar, olhei em seus olhos e – caralho! – ele olhou para mim dando um sorriso maroto e sem disfarçar enfiou a mão por entre a calça alisando seu pau como se querendo me provocar. Isso me tirou o chão, não esperava aquilo e fiquei imóvel, sem ação, apenas babando e olhando ele passar. Ao chegar na frente da obra, deixou seus colegas entrarem, vestiu a camisa e antes de entrar me encarou novamente alisou seu pau por cima das calças. Fiquei me odiando pela bobeira de não ter chamado ele conforme planejara e ainda por cima pelo fato de ele ter dado bola.
Quinta-feira, 6h30, estava lá novamente e dessa vez o papo com aquele pedreiro tesudo seria certo. Ele já percebera meu interesse, além de que sinalizou sua safadeza deixando o caminho aberto quando me provocou na manhã anterior. Assim que me encostei no muro e logo vi o gato saindo do alojamento, eram 10 minutos mais cedo e ele estava sozinho. Se aproximou de mim, sem camisa, alisando seu peitoral como de costume e ao chegar a minha frente enfiou a mão por entre a calça alisando seu pau. Antes de eu conseguir falar algo, ele me perguntou se eu estava gostando, no que respondi imediatamente que sim, estava adorando. Ele perguntou se eu tinha carro, eu disse que sim, e ele me mandou passar lá às 18h e esperar ele sair do serviço, o que confirmei com certeza. Deu-me um sorrisinho e um tapinha na minha cara, continuando sua caminhada até a construção. Vestiu a camisa e, antes de entrar, olhou para mim dando uma piscada e alisando seu pau por cima das calças.
Um arrepio de tesão subiu por minha coluna. Não precisei fazer nada, o gato safado fizera tudo. Aquele macho era tudo o que eu queria e se encaixava com perfeição nas minhas atuais fantasias de sacanagens, além de ter se tornado o meu sonho de consumo.
Sua voz trazia um sotaque nordestino carregado e aqueles modos vulgares me deixavam de pau duro e pulsando como nunca havia acontecido. Fiquei parado como que numa hipnose arrebatadora, pensando naquele homem de corpo notável e, sem me dar conta continuei ali por uns 30 minutos perdido em meus deliciosos pensamentos. Voltei para meu estado de consciência indo embora e torcendo para que minha ansiedade não transformassem aquelas horas, até 18h, em anos intermináveis.
Às 15 horas comecei a me arrumar. Depilei meu cuzinho, reduzi e acertei os pelos das axilas e da virilha, raspei os pelos do peito e do saco e tomei uma ducha refrescante passando hidratante por todo o corpo. Queria estar com a pele macia e cheirosa pra me doar aquele macho e ao mesmo tempo imaginei ele, com odor do suor depois de um dia de trabalho como pedreiro, ainda sujo, me possuindo e me fodendo do jeito que estava, sem banhar-se…Delirei por alguns minutos me perdendo em pensamentos de muita putaria.
Arrumei meus cabelos com gel, passei meu melhor perfume atrás das orelhas e borrifei um pouco no peitoral, no bumbum e no saco que por alguns instantes esquentou os escrotos como que estivessem pegando fogo. Vesti uma roupa legal, calça jeans de cintura baixa deixando exposto minha virilha e minha cueca boxer novinha. Vesti uma camiseta básica de tecido fino, bem folgada e de gola decotada para aparecer meu corpo sarado. Olhei-me no espelho e certifiquei-me de que tudo estava em ordem, pois queria garantir que eu seria também uma atração para aquele macho tesudo.
As 17h30 estava lá e cada minuto parecia durar uma eternidade. Finalmente chegou a hora e ele saiu da obra as 18h10. Ao me ver do outro lado da rua encostado no carro, atravessou e pediu para que entrássemos no carro.
Já dentro ele disse que eu estava bonitinho e que eu devia ser bem viadinho, perguntando na sequência se estava afim de ser a femeazinha dele, o que respondi de pronto que sim e ele completou dizendo que já sabia disso, de forma sarcástica, mandando eu seguir para um motel. Aquela vulgaridade realmente me dava tesão, meu coração acelerou e o tesão que já tomava conta de mim liberou mais testosterona deixando meu pau duro feito uma rocha que chegava a doer.
Dirigia o carro com um olho no vidro e outro no macho safado que estava a alguns minutos de me foder inteirinho. Arrisquei acariciar sua coxa próximo ao câmbio do carro e em poucos segundos ele segurou minha mão direcionando-a para cima de seu pau já endurecido. Enquanto acariciava o volume de seu pau por cima das calças, entre a troca de uma marcha e outra, ele disse que era só ativo e perguntou como eu gostava de ser fodido. Desconhecendo-me, como que delirando, fui dizendo que adorava obedecer, que gostava de levar tapas, de dar o cuzinho em todas as posições, de ser xingado, de cavalgar, que adorava mamar muito e beber toda a porra do macho. Ele riu e disse que eu era mesmo um putinho safado, me causando um arrepio de tesão que se espalhou por todo o meu corpo. Eu nem era putinho assim, mas com ele eu queria ser… Nossa, e como queria, nem me importava de ser só passivinho.
No primeiro semáforo fechado ele sacou seu pauzão duro e mandou eu chupar, o que obedeci de pronto, caindo de boca naquela rola roliça e fedida de suor. Não me importei nem um pouco se alguém olhava, seja de quem atravessava a rua, seja do carro parado do lado esquerdo ou do ônibus parado do lado direito. Simplesmente mamei aquela rola suculenta até ele me alertar que o semáforo abrira.
Seguindo para o motel ele falava de como iria me foder, rasgar o meu cu, estourar minhas pregas, enfiar a rola na minha boca e me engasgar com sua porra jorrando na minha garganta. O meu tesão foi a mil, era tudo o que eu queria, aquele macho me socando forte e sem dó… Minha ansiedade era grande e o maldito motel não chegava nunca. Queria dar gostoso e ser possuído por aquele macho. No caminho pegamos mais dois semáforos fechados e dei mais duas mamadas gostosas naquela rola suculenta. Ele dizia que eu era safado e que desejava me viciar nele, que eu seria o seu putinho vadio pra lhe dar o cuzinho sempre que ele tivesse vontade… Mais arrepios de tesão circularam pelo meu corpo em fração de segundos e com intenso prazer.
Finalmente chegamos ao motel e assim que passamos pela portaria ele tirou a camiseta dentro do carro, pegou minha mão e colocou-a em seu peitoral, tesão demais, não me aguentava, estava nas nuvens perdido em desejos sexuais que logo se realizariam. Ao estacionar o carro na garagem da suíte o gato saiu do carro e sem esperar eu fechar o portão ou apagar as luzes da garagem, tirou as calças e cueca mandando eu mamar sua rola.
Ele segurou meus cabelos com as duas mãos e começou a socar minha cabeça contra a rola dele, ao mesmo tempo em que metia sua rola com força na minha boca. Minimizei os impactos das socadas pressionando fortemente meus lábios na rola dele. Busquei sentir o cheirão de caralho suado que me estimulava num tesão sem precedentes e que jamais havia sentido antes… Engasguei algumas vezes e o gato tesudo nem se importou, continuando a socar a rola na minha boca de forma frenética.
Passaram três carros na frente de nossa suíte e eu me deliciava em saber que pessoas me olhavam mamando aquele Deus Grego. Sem esperar, ele me empurrou para trás de forma rude, me deu um tapa na cara e disse pra eu beber a porra dele… Iniciando uma punheta e me segurando a cabeça com a outra mão pra ter certeza que gozaria certeiro na minha boca e logo veio as jatadas da porra com cheiro e textura deliciosos me melando a cara e enchendo minha boca… Delicia demais.
Quando acabou de gozar enfiou a rola na minha boca e socou mais um pouco. Depois passava a rola na minha cara, recolhendo porra espalhada e enfiando a rola melada na minha boca pra eu beber cada gota.
Aquietado o momento, pude ver com clareza a real beleza daquele membro delicioso. Era grosso, reto e de tamanho suficiente. A rola mais linda e tesuda que eu já tinha provado em toda a minha vida. A pele era recuada deixando exposta uma cabeça lustrosa e da mesma cor morena do pau robusto ainda duro mesmo depois de ter gozado, um verdadeiro espetáculo deslumbrante.
Carinhosamente ele disse:
– Eu não quero que você soque teu pau e nem goze nesta noite. Eu só vou deixar você gozar na próxima vez.
Caralho, seria difícil não gozar com aquele macho, mas era delicioso pensar que estava sendo requisitado para um segundo encontro. Perguntei por que ele não queria que eu gozasse e ele disse que era o meu castigo por ser viadinho e estava afim de me testar pra saber se eu era realmente obediente. Mais um carro foi passando na frente da nossa garagem e delirando de prazer rapidamente abocanhei sua rola na tentativa de garantir ser visto mamando aquele Deus Grego. Nunca tinha tido tesão de foder em público, mas desta vez eu estava muito vadio.
O macho mandou eu fechar o portão e abrir a porta para entrarmos na suíte. Já do lado de dentro, tirou sua botina e meias e começou a me beijar e dizer vulgaridades estimulando meu tesão. Ele logo percebeu que me dominava e usou seu poder sobre mim o tempo todo. Deu-me dois tapas na cara e me chamou para o banheiro afim de eu levar um mijão, mas quando fui tirar minhas roupas ele não deixou, me agarrou o braço e me puxou para o banheiro mandando eu sentar na beira da banheira e imediatamente começou a mijar na minha cara, mandando eu abrir a boca e dizendo que minhas roupas ficariam fedidas do mijo dele pra eu lembrar da nossa foda até na manhã do dia seguinte.
Depois do mijão, tirei as roupas e entramos debaixo da ducha para um banho gostoso e cheio de carícias. O gato começou a me beijar e lavar o meu corpo com sabonete e eu retribui… Foi um momento em que ele deixou a brutalidade de lado e demonstrou delicadeza comigo. Ele segurou meu pau duro, se abaixou e iniciou uma rápida e safada mamada. Saímos do banho, um enxugou o outro, nos acariciando e nos beijando cada parte de nossos corpos.
Ele disse que eu era o cara mais gato com quem já tinha saído e seu pau já estava super duro novamente. Levou-me pra cama e começou a me chamar de puto vadio, dando-me também outras qualificações vulgares. Mandou-me ficar de quatro com a bundinha bem empinadinha, o que obedeci de imediato. Segurou meu cabelo puxando minha cabeça pra trás, me deu um beijo e na sequência um tapão forte que meu tesão superou fácil a dor e, não novamente me reconhecendo, pedi para que me batesse mais. Levei outros três tapas enquanto ele dizia que eu não prestava, que eu era um viadinho fuleiro, uma bichinha safava, um putinho vadio e muito mais. Colocou uma camisinha que estava junto à cabeceira da cama e enfiou aquela rola dura, reta e grossa no meu cu, socando forte e sem piedade.
Na primeira investida sem dó e nas primeiras socadas senti muita dor e pedi que ele tirasse a rola pra aliviar, mas o filho-da-puta não teve piedade e nem parou de socar. Logo me acostumei e cada socada passou a ser um delírio de tesão. Ele me comeu muito de quatro e com vários movimentos, socando sem piedade aquela rola deliciosa que era tirada de dentro do meu cuzinho e rapidamente voltava a penetrar até os bagos, com únicas investidas certeiras, complementando com alguns tapas na bunda.
Num só movimento ele me colocou na posição de frango assado dizendo que queria ver minha cara de vadio quando gozasse gostoso no meu cuzinho. Eu gemia muito, quase uivando de tanto tesão e sempre que ele tirava a rola de dentro de mim passei a implorar por mais e mais rola, pedindo pra ele me arrombar todinho. Ele gozou dentro do meu cu e quando viu que eu havia gozado me deu dois tapas fortes na cara dizendo que eu era uma puta desonesta, pois tinha mandado eu não gozar. Ao tentar explicar que gozei de tesão no cu e sem tocar no pau, ele me deu mais um tapa mandando eu calar a boca, ressaltando que eu era realmente uma puta desonesta.
Tirou a camisinha, me mandou abrir a boca e despejou a porra estocada e virando a camisinha do avesso me fez lamber recolhendo toda a porra restante. Deu-me o pau, ainda duro, pra eu mamar e limpá-lo. A porra era deliciosa, sabor especial por ser do macho e da foda que desejei por demais. Mamei aquele pau e chupei seus bagos num verdadeiro devaneio. Sua rola não baixou a guarda mesmo depois do gozo.
Ele me mandou parar de mamar e pedir o jantar que estava morrendo de fome. Enquanto esperávamos o jantar ele me beijou e me acariciou muito, dizendo que eu era muito lindo, realmente um gato gostoso e que queria me comer várias outras vezes. Eu retribuía cada carícia beijando e chupando todo aquele corpo de Deus Grego. Suas mãos e pés eram ásperos devido à profissão, mas nem por isso deixavam de ser excitantes.
Aquele era o macho mais delirante com quem já havia transado, bruto e rude na foda e ao mesmo tempo doce e meigo… O gato era tudo de bom, corpo perfeito, foda de um lenhador e carícias de um príncipe, me despertando o desejo de ser dele pra todo o sempre como nos contos de fadas.
Estávamos nos acariciando quando fomos interrompidos pela campainha da entrega do jantar. Arrumamos a mesa e ligamos a TV. Durante o jantar falamos de nossos programas preferidos na TV e conversamos sobre nós. Ele disse de onde veio, o que fazia e como era a sua vida e eu também revelei algumas de minhas particularidades. Ele revelou que não curtia mulheres e que já tinha comido muitos caras, nenhum tão gato como eu e que atualmente transava com dois de seus colegas de trabalho. Perguntei se eram aqueles que eu havia visto com ele, descrevendo-os, no que confirmou. Disse a ele que também não curtia mulheres, que eu era versátil curtindo dar e comer, mas com ele eu fantasiei ser apenas passivo e estava adorando do jeito que estava sendo.
Ao fim do jantar voltamos para a cama. O pau reto e grosso dele logo endurecera e fui surpreendido por um tapão na cara, sendo colocado no chão, de quatro e recebendo ordens de lamber seus pés, o que obedeci prontamente feito uma cadelinha. Depois me mandou chupar seu pau e na sequência me levantou e me direcionou de pé contra a parede, com as mãos para cima encostadas na parede, o quadril afastado da parede e as pernas separadas entre si. Encostou todo o seu corpo sobre o meu e pude sentir aquela rola roçar minhas nádegas. Segurando minhas mãos e acariciando meus braços e ombros, começou a chupar meu pescoço e minhas orelhas me levando às nuvens. Depois descendo com sua língua por minhas costas abriu minhas nádegas com suas mãos ásperas e começou a chupar meu cu me fazendo uivar de tesão. Depois de algum tempo enfiou seus dedos varias vezes no meu cuzinho entre uma chupada e outra e me comeu de pé, de forma bruta e como se estivesse me estuprando. Eu gemia muito de prazer e ele me xingava de todos os nomes possíveis. Sentia aqueles peitorais suados deslizarem em minhas costas e as socadas de baixo para cima me devorando ardentemente.
– Caralho! Tesão demais! – eu gritava.
Puxou-me para a cama e mandou-me cavalgá-lo de frente para ele. Sentei-me naquela rola robusta e iniciei uma cavalgada frenética, rebolando muito pra dar mais tesão no gato. Ele me mandou bater e gozar em seu peito e logo gozou também dentro do meu cu, soltando gemidos de prazer… Puta que pariu, que delicia! Tirou-me de cima dele, retirou a camisinha despejando a porra na minha cara e enfiou a camisinha toda dentro da minha boca, forçando meu queixo para eu fechar a boca com a camisinha dentro.
Fomos para o banheiro e logo cuspi a camisinha na privada. Ele me deu outro mijão e depois tomamos banho, novamente com muitas carícias e depois fomos embora. Eu com as roupas molhadas do primeiro mijão. “Delícia!”.
Quando o deixei na frente do alojamento ele disse que ia querer me comer de novo e mandou-me voltar no dia seguinte, sexta-feira, às 22h para pegá-lo, buzinando do carro assim que chegasse. Eu disse que sim e que daria pra ele todos os dias e faria tudinho o que ele mandasse. Ele me deu um beijo e um tapinha na cara e saiu do carro dizendo que eu era legal, gato e muito bom no sexo, entrando depois no alojamento.
Já eram 23h e fui pra casa tirar as roupas mijadas, tomar uma ducha e dormir gostoso. Acordei quase ao meio-dia com o corpo todo dolorido pelo desgaste dos exercícios físicos da noite anterior. Tomei café e fui pra academia sem nem babar nos moleques gatos e sarados se exercitando. Sentia-me saciado e sem necessidade de outros gatos.
Às 22h daquela sexta-feira estava lá, bem cadelinha, conforme ele havia mandado. Ao chegar o vi sentado na calçada me esperando e nem precisei buzinar. Mandou-me descer e fechar o carro, me levando pra dentro da casa-alojamento até seu quarto.
Era uma casa velha de paredes mal pintadas. O quarto com armário embutido tinha três beliches dispostos dois nos cantos e um no centro formando 2 pequenos corredores por entre os beliches, na frente do beliche do meio havia uma porta que mostrava o banheiro decorado com azulejos amarelos e piso preto, acho que típico dos anos 60 e ao lado da porta uma mesa para refeições.
Meu pedreiro tesudo dividia o quarto com outros cinco amigos. Dois de seus amigos estavam lá, eram os mesmo que havia visto com ele antes e com os quais ele fodia, sendo apresentado formalmente. Os outros três moravam na cidade mesmo e foram para suas casas devendo voltar só na segunda-feira, pois não iriam trabalhar no sábado devido a uma crise e falta de cimento. Meu macho e seus dois amigos eram alagoanos, trazidos pela construtora para aquela obra e passavam os fins de semana no alojamento.
Os dois amigos estavam sem camisa, de shorts e já haviam se banhado. Confirmei com meus olhares que realmente tratava-se de machos gostosos de músculos desenvolvidos e atraentes, embora não fossem Deuses Gregos como o meu gato. O mais baixinho tinha um pouco de barriga, mas era durinha e com seus peitos definidos a barriguinha ficava bem gostosinha, além de pernas grossas e pelos na medida certa. O outro mais esbelto estava com os pelos dos peitos raspados começando a crescer do jeito que eu gostava e que me dava tesão de ver e suas pernas eram torneadas como as de jogadores de futebol o que me deu tesão rendendo algumas discretas pulsadas no pau.
Depois das apresentações formais, já apreensivo para sairmos e irmos para um motel, meu gato, na frente dos amigos, disse que contará para eles sobre nossa noite de sexo no dia anterior. Senti-me quente e com certeza avermelhado de vergonha, desviei o olhar e fiquei sem saber o que fazer. Ele continuou dizendo que seus amigos se interessaram e estavam a fim de me comer também, além de que ele havia acertado de me emprestar para seus amigos.
Fiquei atônito… Respirei fundo e em frações de segundo senti um prazer imenso naquela situação vulgar de ser ofertado como se fosse uma mercadoria. Olhei para os colegas dele me certificando de que eram tesudos e, sem pensar, apenas confirmei que ia adorar servir a todos. Meu gato sorriu, disse saber que eu não o desapontaria, olhou para seus amigos e completou:
– Não falei que o viadinho ia curtir a foda a quatro!
Eles me mandaram tirar as roupas como num strip e dançar, ligando um som e me estimulando na dança com xingamentos e falando muitas baixarias. Aos poucos ficaram nus e esfregavam suas rolas duras em minha bundinha. Eu, muito do safado, empinava e rebolava para atiçá-los ainda mais. Logo me pararam na dança e mandaram-me chupar suas rolas o que fiz delirantemente, mamando uma por vez e às vezes aproximando os dois amigos para mamar suas rolas juntas. Debruçaram-me na mesa e o mais baixo vestiu camisinha me socando a rola no cu com investidas e estocadas fortes e rápidas. O de cabelinho estilo Neymar sentou-se na mesa e direcionou-me para mamá-lo enquanto o amigo me fodia. Eu levava rola de um e mamava a rola do outro enquanto meu pedreiro tesudo apenas olhava socando uma. Logo eles trocaram de posição e meu gato aproveitou a troca para se aproximar e trazer sua rola pra ser mamada junto com a de seu colega.
Depois de algum tempo, meu gato mandou eles gozarem em mim, o que fizeram um na minha boca, me melando a cara e outro no meu cuzinho dentro da camisinha, mas depois esvaziando-a na minha boca. Delicia demais!
Os amigos se recuperavam do gozo enquanto meu pedreiro gato socava a rola no meu cu me chamando de puto vadio, de viadinho, bichinha fácil e tudo o mais que eu realmente merecia e queria ouvir, detonando uma explosão de tesão que ao socar meu pau gozei muito leite sem perder o tesão ou baixar a rola. Como que para se exibir aos colegas, meu pedreiro tesudo me dava tapas e tirava sua rola de dentro de mim mandando eu implorar por mais rola, o que eu fazia com prazer, sendo recompensado em seguida.
Ele tirou a rola de dentro de mim, sacou a camisinha e gozou na portinha do meu cú, esfregando sua rola na porra e depois enfiando a rola melada na minha boca pra eu mamar gostoso. Brinquei muito com aquela rola melada na minha boca.
Minha pica continuava dura como nunca e não baixava de tanto tesão que estava sentindo. Meu macho mandou seus colegas me fazerem uma dupla penetração, coisa que nunca tinha feito antes e confesso que agora não quero outra coisa. Ser enrabado por duas rolas juntas é tudo de bom. Os caras gozaram dentro do meu cu, com as duas rolas juntas e depois receberam ordens do meu gato para despejaram o conteúdo das camisinhas na minha cara. Fiquei muito melado, com porra escorrendo pelo meu queixo e respingando em meus peitinhos. Fui chupando aquelas rolas gozadas e aos poucos coletando cada gota de porra para garantir o total consumo daquele elixir dos deuses.
Nunca havia me sentindo tão bem, tanta putaria e sacanagem me estimulavam pensamentos de que certamente ser viado e vadio era a coisa mais gostosa desse mundo.
– Porra, adoro sexo.. adoro machos!
Para encerrar a noite, meu pedreiro gato mandou eu me vestir e me levou para o banheiro onde levei mijão dos três, novamente de roupas para eu ir embora fedido e me lembrar da foda com eles. Foi uma delícia aquelas chuvas de prata sobre mim.
Mandaram-me voltar no domingo para levá-los num motel onde me comeriam novamente e assim o fiz e fui comido.
Fui putinho deles pelos seis meses seguintes e enquanto durou a construção dos prédios. Eles me comeram quase todas as tardes de domingos, às vezes só um deles me comia, às vezes dois e às vezes os três, dependia de compromissos ou de estarem a fim ou não. Raros foram os domingos em que não os servi sexualmente. Em algumas fodas, os colegas do meu pedreiro tesudo me deixavam comê-los também, mas meu gato nunca permitiu ser penetrado.
Vez ou outra meu pedreiro tesudo me chamava durante a semana, a fim de levá-lo para jantar e aproveitar para me comer sozinho e eu o levava num shopping próximo, no Mc Donald`s. Adorava ser visto na companhia daquele cafajeste vulgar, isso me dava muito tesão.

por Leonardo

Mundo Mais

 


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