Prive Contos Eróticos – Fui arrombado no carnaval

 

Boa noite, pessoas. Gostaria de revelar a vocês uma vontade que tenho, sou louco para me vestir de mulher, mas tenho medo do que possam dizer. Esperei um momento certo para realizar tal vontade e esse momento foi no carnaval. Melhor de todos para mim é na Bahia, fui para lá, Salvador lotado de gente de todo tipo e lugar. Dei uma volta pela cidade durante o dia para saber mais sobre os melhores lugares para ir à folia.

Ansioso fiquei esperando chegar a noite e quando finalmente chegou, fui me preparar todo. Tomei um bom banho, me produzi toda, agora já não era mais um homem, me via uma linda mulher de frente para o espelho sem ao menos imaginar o que poderia acontecer comigo naquela mesma noite.

Sai do hotel onde estava hospedado e fui para a folia, as pessoas são muito agitadas nesse lugar, eu adoro isso. Entrei no meio, comecei a beber umas bebidas loucas, misturava tudo que via pela frente. Mas algo aconteceu, mirei meus olhos diretamente a um grupo de homens, uns marmanjos sem camisa, uns morenos lindos, sorriso branquinho, perfeitos! Fiquei meio curioso, queria chegar mais perto, mas fiquei apenas encarando, um deles notou que eu não parava de olhar, e também me encarou, eu com meu copo na mão dançava sem parar, mas com os olhos focados.

Quando vou pegar outra bebida, volto distraído para o meio da multidão e posso sentir alguém encostando por trás, passando as mãos em minha cintura, senti algo me cutucar por trás, quando me viro, é aquele moreno maravilhoso que encarei por horas. Fiquei pasmo, ele sorriu e disse que não era para eu parar de dançar, fiz questão de anunciar que eu era homem, ele disse que sabia, não era problema algum, e continuamos dançando.

Ele bebida do meu copo e eu do dele, acabou rápido demais, não sei se era o nervosismo, mas eu estava com sede, não sei se era dele ou de mais álcool. Disse que iria pegar algo para beber, e ele me puxou pela mão dizendo que tinha algo melhor para nos, que era para acompanha-lo sem fazer perguntas.

O que eu tinha na cabeça? Sair com um homem que não conheço indo a um lugar que não faço ideia e os dois levemente alterados. Segui o baile, afinal, era carnaval. Fomos para o estacionamento, havia muitos carros, ele chegou perto de um, abriu a porta e pegou um baseado e seu isqueiro, me chamou para fumar, chapamos na maconha, curtimos bastante, conversas, risadas, desejos, vontade… Eu queria ficar com ele, mas tinha medo do não, do pior. Mas arrisquei, ataquei ele me atirando em seus braços indo direto para sua boca, para minha surpresa fui surpreendido com sua língua penetrando minha boca, dava para senti suas mãos me apertando enquanto seus beijos ficavam cada vez mais gostoso, meu cu começou a piscar, eu não queria só um beijo, queria mais, então tomei a atitude de ir descendo beijando seu tanquinho e abaixando sua bermuda. Seu pau ainda mole, tirei para fora da cueca e comecei a chupar. A voz daquele moreno era gostosa de ouvir, e ao cair de boca em sua pica, ele sussurra com um tom de tesão me chamando de safadinha e me mandando chupar gostoso. Eu obedeci com maestria, mostrei um talento que não fazia ideia de que tinha…Chupei seu pau com vontade e em segundos pude sentir ele endurecendo dentro da minha boca, sua mão em minha cabeça me obrigava a engolir aquele pau inteiro, e eu fazia. A essa hora, eu também já estava de pau duro, o tesão era enorme, meu cu piscava querendo ser arrombado por aquele macho grande, mas o medo também era grande, o medo de doer, de alguém aparecer…

Ele pelo contrario parecia não se importar, pediu para me comer e eu fui avisando que nunca havia feito isso, sua gentileza era grande, tentou me acalmar dizendo que faria com carinho para não me machucar. Abriu novamente a porta do seu carro, pegou uma camisinha e vestiu seu pau, me deitou sobre o capo do seu carro e foi colocando devagar, senti a cabecinha do seu pau sendo empurrando contra meu cu que só de imaginar já estava ardendo, meu tesão era grande então procurei pensar, me concentrar apenas no prazer, não disse nada, só gemia não sei se era de dor ou prazer, mas deixei rolar… Ele não fez o que disse, rapidamente senti uma forte dor, quando me dei por conta, ele havia enfiado todo seu pau de uma única vez, meu cu ardia e ele fodia sem parar. Fui me acostumando com a dor e foquei no prazer novamente, notei que me pau estava latejando de tesão, será que eu já ia gozar? Ele socava tudo em mim, gemendo feito um cachorro uivando, me chamando de putinha, naquele momento eu realmente parecia uma puta, estava dando meu cu para outro macho e não iria ganhar nada para isso.

Meu cu ardia muito, mas isso não o fazia parar, seu gemido era mais intenso e foi quando senti um jato de porra quente no fundo do meu cu, ele foi tirando sua pica e a porra escorria saindo de dentro…

Me elogiou dizendo que meu cu foi o mais gostoso e apertadinho que ele havia comido, satisfeito, foi se vestindo querendo meu cotato, eu também queria gozar, então depois de se vestir, ele também chupou meu pau, mas não me deixou comer seu cu, ele tinha uma bela bunda, foi uma pena. Gozei gostoso enchendo sua boca de porra. Ele me elogiou mais uma vez dizendo que além de um cu gostoso, meu boquete era perfeito. Trocamos contato, mas depois desse dia, nunca mais nos vimos, mas até home meu cu arde só de lembrar daquele pau maravilhoso me penetrando de quatro.

É isso, gente. Me vesti de mulher para ser arrombado por um macho no carnaval, e até então foi o melhor que já fui.

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