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Prive Contos Eróticos – O Cigano – Parte 2

Passando Alguns Meses…


Estava
eu no meu quarto deitado, mas de repente comecei a ouvir vozes, muitas
vozes vindo da nossa ampla sala. Pensei, deve ser uns ciganos que
trabalham na empresa do meu pai. Nem liguei, tranquei a porta do meu
quarto e comecei a ensaiar uma dança cigana bem sensual para o meu Dê.
Enquanto isso na ampla sala da nossa morada as vozes só iam aumentando,
tanto que do meu quarto deu para perceber que a nossa ampla sala estava
cheia de ciganos. Logo depois mesmo ensaiando eu ouvi sons de violinos,
violões e de palmas, muitas palmas. Continuei ensaiando, mas fui
interrompido pelos murros que meu irmão deu na porta do meu quarto.
Desliguei o som e escondi depressa a minha roupa cigana vermelha e fui
ver o que ele queria comigo. E ele foi direto:
—David, o pai disse para você se arrumar e descer para sala rápido, porque hoje e o dia do seu noivado.
O
recado entrou em um ouvido e saiu em outro, pois continuei trancado
dentro do meu quarto, enrolando para não descer. Mas toda a minha
enrolação foi em vão. Passando alguns minutos, meu pai veio daquele
jeito me buscar. Arrombou a porta do meu quarto, e ao ver que eu ainda
não estava arrumado, ficou ainda mais nervoso comigo e gritou:
—Eu
mandei teu irmão te chamar e porque você não foi? Quer que eu fique com
a cara grande diante do nosso povo, David? Bora meu filho e pra ontem.
Então
eu fui obrigado por ele a vestir a melhor roupa e depois eu tive que ir
com ele para a nossa ampla sala por livre e espontânea obrigação. Que
ódio do meu pai, daquele noivado e de tudo e de todos ali. Cheguei com o
meu pai naquela sala e o jeito que todos me olharam, me senti até um
príncipe e disse para mim mesmo:
—E apenas um noivado, mas casar com ela eu não casos, ah, mas não caso mesmo.
Encarei
a Cigana e todos ali com um sorrisão bem falso no rosto  e me jóquei
naquela festa alegre, com muitas cores,muito brilho. Logo estava me
imaginando em mais um banquete fúnebre. ”Aprendem comigo, a vida pode
até está cachorra, mas sorria meu nego,  brilho nós olhos, cabeça pra
cima, barriga pra dentro e quem me ajuda a segurar as alças do caixão???
Risos, risos e risos eternos.
No
outro dia, nós braços do homem da minha vida, demos e foi muita risada
daquele noivado. Mas mesmo assim meu Dê ficou com um pouquinho de
ciúmes, por não ter sido convidado. E ficou bem sexy com ciúmes.
Anoite
em nossa morada, após o jantar o meu pai veio tirar satisfações comigo,
pelo ocorrido ontem antes do noivado. Disse a ele que apenas não estava
me sentindo muito bem. E ele me trouxe a lembrança, que daqui a três
meses será o meu casamento e que ele espera que nesse dia eu esteja bem
em todos os sentidos. E eu novamente fingi que nem era comigo que estava
falando. Então a partir daquele dia eu tinha que ir sempre na morada da
tal cigana que fui obrigado a ficar noivo, mas nunca que eu ia, eu ia
mesmo era me encontrar com o Dê.
Mas
como mentira tem pernas curtíssimas, meu pai acabou descobrindo, que
nunca estive na morada dela, desde que mudaram aqui para Belo Horizonte.
Então ele me obrigou a falar onde e que eu estava já que nunca estive
na morada da tal Cigana. E eu em soluços, com o coração quase que saindo
pela boca, respondi:
—Na morada do meu amigo, Pai.
—E fazendo o que lá seu insensato?
—Conversando, pai, só conversando.
Ao
saber onde eu estava, meu pai deixou a nossa morada com destino a
morada do meu amor, e com os nervos a flor da pele. Lá meu pai foi muito
bem recebido pelo meu amor, mas meu pai foi extremamente frio com ele e
disparou:
—Gadjo,
vim aqui até a tua morada, para lhe pedir encarecidamente, que se
afaste do meu filho, ou melhor da nossa morada de uma vez por todas, sei
que e você que está fazendo a cabeça dele, se afaste de nós, se afaste,
se não se afastar vai te meter em problemas comigo. Eu sou um cigano,
hein???
Meu
pai deixou a morada do meu Dê lhe rogando altas pragas e chegando na
nossa morada ele cortou todos os meus contatos com o meu amor. E eu me
tranquei no meu quarto e chorei, chorei e chorei lágrimas de sangue.
Como
que foi amargo pra mim ter que ficar sem ter contatos com o meu Amor,
ter que fazer sexo com o meu próprio corpo. E o mesmo estava acontecendo
com ele também, pois nós amamos muito.
Mas
como, não existe tempestade que não tenha e toda noite vai embora para
um novo e lindo dia chegar. E foi em um dia lindo, que eu encontrei uma
brecha e fugi de casa um dia antes do tão aguardado casamento. Fiquei
tão feliz, por esta novamente nós braços do meu Dê e ele no meu. Levei
comigo uma grana que já vinha juntando a algum tempinho, o suficiente
para nós mantermos onde a gente ia acampar. Meu pai a essa altura já
estava a par dessa fuga deliciosa e puto da vida comigo.
Eu
e o meu amor fomos acampar em vale cercado pela natureza. Ali ele me
trouxe a lembrança, o dia em que a minha mãe fez a leitura de sua mão, e
fui obrigado a concordar com ele que o nosso inimigo era o meu próprio
pai, que com certeza em hora dessas ele estava sim querendo derramar o
nosso sangue. Acendemos uma fogueira  e ficamos abraçadinhos, frente a
essa fogueira comendo queijo assado. Frente aquela fogueira eu dancei ao
som do violão que ele  tocava uma dança cigana bem sensual. E  meu Dê
excitadíssimo, me pegou no colo e me levou para dentro da nossa barraca,
me beijou da cabeça as pontas dos pés, me despiu e me penetrou gostoso,
tiramos ali dentro daquela barraca todo o nosso atraso. O fogo dentro
da nossa barraca estava mais forte do que o da fogueira lá fora.
Um
dia pela manhã, Dê acordou e me encontrou triste, motivo, saudades do
meu povo. Lagrimas começaram a rolar no meu rosto. Meu amor então parou
na minha frente, olhou bem dentro dos meus olhos, pegou uma flor do
campo ao chão e me disse:
—Amor da minha vida, olha o  que encontrei e para você.
Ele então sentou-se ao meu lado, me deu um selinho, cheirou a flor e continuou falando:
—Amor o cheiro e ótimo, e ela e bonita também como você, por isso a peguei para você, toma eu amor.
Peguei a flor do campo em sua mão e disse:
— Era tudo o que eu estava precisando, Dê.
E
assim as minhas lágrimas despontaram ao sol, enquanto eu o agradecia
pelo impacto que ele causou no meu dia. Levei aquela flor também ao meu
nariz e senti a fragrância daquela linda flor do campo e sorri para o
meu amor.
Mais
tarde após contemplarmos aquele por do sol lindíssimo ele me pegou em
seus braços em toda noite me levou para dentro da nossa barraca e foi me
despindo devagarinho, depois de trocarmos altas caricias ele me pós de
barriga para baixo, lambeu meu rabo e me penetrou. Entrou fácil, pois
estava dando para ele constantemente, desde o dia em que fugimos. Ele
ficou uns minutos me bombando forte, que delicia aquele pau dentro de
mim. Em seguida ele gozou, encheu meu rabinho de porra, que escorreu por
entre as minhas pernas, depois foi a minha vez de gozar. Gozei gostoso
também, e ele amava me ver gozando, gemendo com uma voz bem feminina.
Então descansados adormecemos nus, abraçadinhos a luz da lua cheia.
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*
CONTINUA.


 

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